AstraZeneca - Leigo Faz Bem

O que é a Amiloidose ATTRv?

A Amiloidose Hereditária por Transtirretina (ATTRv) é uma doença sistêmica rara, autossômica dominante e decorrente de mutações no gene TTR.1

As mutações do gene TRR levam à produção de
proteína transtirretina (TRR) instável, que se desdobra e agrega.1

Formando fibrilas amiloides que se depositam em diversos tecidos e órgãos.1

Seu acúmulo causa disfunção progressiva, afetando principalmente o sistema nervoso periférico (ATTRv-PN) ou o coração (ATTRv-CM), ou ambos (ATTRv-Misto), embora outras manifestações sistêmicas sejam comuns.1

Focos endêmicos1-3

Portugal, Brasil, Japão e Suécia

  • Foram observadas mais de 130 mutações patogênicas no gene TTR
  • Val30Met é a mais comum

Além desses, casos foram relatados em outros países e mutações não-Val30Met foram frequentemente observadas.1-3

No Brasil, as mutações mais prevalentes são: Val30Met, Val122lle e Ile107Val.2

Val30Met
53,60%
Val122lle
31,60%
Ile107Val
8,40%
Outras
6,40%

Variantes TTR

Mapa do Brasil

Adaptado de Marques Júnior W et al.

Sinais de alerta da ATTRv

A amiloidose ATTRv é frequentemente desconhecida ou diagnosticada tardiamente, devido à apresentação multissistêmica, heterogênea e não específica da doença. À medida que a doença progride, os sintomas e manifestações clínicas da amiloidose ATTRv frequentemente são similares aos de outras doenças mais comuns, complicando e atrasando ainda mais o diagnóstico.4,5

Os depósitos de amiloide TTR podem levar a danos progressivos em órgãos multissistêmicos5

Corpo Humano com Sintomas
Apresentações oculares
  • Opacificação vítrea
  • Glaucoma
  • Vasos conjuntivais anormais
Apresentações GI
  • Náuseas e vômitos
  • Saciedade precoce
  • Diarreia
  • Constipação severa
  • Episódios alternados de diarreia e constipação
  • Perda de peso não intencional
Neuropatia autonômica
  • Hipotensão ortostática
  • Infecções recorrentes do trato urinário
  • Disfunção sexual
  • Anormalidades na sudorese
Apresentações cardíacas
  • Bloqueios de condução
  • Cardiomiopatia
  • Arritmia
  • Regurgitação leve
Estenose espinhal
Nefropatia
Síndrome do túnel do carpo
Neuropatia sensório-motora periférica
  • Tipicamente axonal, fibra-dependente, simétrica e progressivamente implacável de distal para proximal.
Corpo Humano com Sintomas
Apresentações oculares
  • Opacificação vítrea
  • Glaucoma
  • Vasos conjuntivais anormais
Apresentações GI
  • Náuseas e vômitos
  • Saciedade precoce
  • Diarreia
  • Constipação severa
  • Episódios alternados de diarreia e constipação
  • Perda de peso não intencional
Neuropatia autonômica
  • Hipotensão ortostática
  • Infecções recorrentes do trato urinário
  • Disfunção sexual
  • Anormalidades na sudorese
Apresentações cardíacas
  • Bloqueios de condução
  • Cardiomiopatia
  • Arritmia
  • Regurgitação leve
Estenose espinhal
Nefropatia
Síndrome do túnel do carpo
Neuropatia sensório-motora periférica
  • Tipicamente axonal, fibra-dependente, simétrica e progressivamente implacável de distal para proximal.

Adaptado de Conceição I et al.

Sinais e sintomas manifestados mais comuns:4,6,7

Ícone de um coração

Insuficiência cardíaca

Ícone de um neurônio

Neuropatia periférica

Red Flags4,6,7

Comprometimento de múltiplos órgãos

Disautonomia

Síndrome do túnel do carpo bilateral

Estenose espinhal lombar

Tendão do bíceps rompido (sinal do Popeye)

Diarreia e constipação alternadas

Neuropatia periférica inexplicável

Sinais cardíacos

  • Discordância entre a voltagem do ECG e a espessura da parede ventricular
  • Hipotensão ortostática
  • Intolerância a medicamentos padrões para insuficiência cardíaca (por exemplo, iECAs e betabloqueadores)
  • Estenose aórtica paradoxal de baixo fluxo/baixo gradiente
  • Persistência de níveis elevados de troponina

Embora a apresentação clínica da amiloidose ATTRv possa ser cardiomiopatia ou polineuropatia dominante, a maioria das mutações TTR dá origem a um fenótipo clínico misto, onde tanto deficiências neurológicas quanto cardíacas estão presentes.4,8,9

Polineuropatia

  • Neuropatia dolorosa nas mãos e nos pés
  • Fraqueza muscular
  • Dificuldade para andar

Disfunção autonômica

  • Diarreia crônica/
    constipação/perda
    de peso
  • Disfunção erétil
  • Hipotensão/
    intolerância ortostática a medicamentos para PA8

Musculoesquelético

  • Ruptura do tendão do bíceps distal (sinal do Popeye)
  • Estenose espinhal lombar
  • Síndrome do túnel do carpo

Cardíaca

  • Insuficiência cardíaca
  • Fibrilação atrial
  • Anormalidades de condução
ATTR-PN[9] | Misto[9] | ATTR-CM[9] ATTR-PN[9] | Misto[9] | ATTR-CM[9]

O fenótipo da doença tem impacto na mortalidade dos pacientes:

  • Neuropatia dominante: sobrevida mediana de 5 a 15 anos desde o diagnóstico.9
  • Amiloidose ATTRv com cardiomiopatia: sobrevida mediana de 2,5 a 4 anos.9
  • Ambos os fenótipos estão associados a um comprometimento substancial na
    qualidade de vida (QV).9

Diagnóstico ATTRv com polineuropatia

Na amiloidose por transtirretina com polineuropatia ATTRv-PN, a fibrila amiloide é depositada no endoneuro. É a polineuropatia hereditária mais grave de início na idade adulta e pode envolver o coração, bem como outros órgãos.10

Seu diagnóstico é um desafio para o neurologista e demais especialidades médicas, e frequentemente atrasado, o que impacta o prognóstico funcional e vital dos pacientes. Atrasos no diagnóstico ocorrem por múltiplas razões, mas muitas vezes diagnósticos enganosos são feitos devido aos padrões de apresentação clínica esporádicos, de início tardio e altamente variados.10

Principais diagnósticos incorretos e sinais de alerta10

Diagnóstico incorreto
Incidência,
%
Características
enganosas
Bandeiras
vermelhas
PDIC
13–15
  • SM 4 membros
  • Arreflexia difusa
  • Dissociação albuminocitológica
  • Desmielinização na biópsia
  • ECN desmielinizante
  • Dor, perda sensorial (pulsos)
  • Disfunção autonômica
  • Fraqueza dos membros superiores
  • ECN
NP idiopática axonal crônica
24–33
  • Neuropatia axonal em idosos, aparentemente idiopática
  • Gravidade, incapacidade rápida
  • Dificuldades para caminhar
CTS
11
  • Parestesias nas mãos
  • Sem alívio após a cirurgia
Estenose do canal lombar
7,3
  • Dificuldade progressiva para caminhar em idosos
  • Estenose espinhal na TC ou RM lombar
  • NCS anormal
  • Piora apesar da cirurgia
Doença do neurônio
motor (neuropatia
motora ELA)
< 1
  • Amiotrofia de membros superiores e língua
  • Disartria
  • Fraqueza nas mãos
  • SNAP sensorial anormal (NCS)
  • Nenhum sintoma de envolvimento do neurônio motor superior
PNP alcoólico
Variado
  • PN dependente do comprimento da fibra pequena
  • Alcoolismo
PNP diabético
.
  • PN dependente do comprimento da fibra pequena
  • Disfunção autonômica
  • Rápida gravidade/duração do diabetes
  • Dificuldades para caminhar
Neuropatia paraneoplásica
.
  • Perda sensorial não dependente do comprimento + ataxia
  • Perda de peso, nenhum anticorpo anti-onconeuronal
  • Resultados negativos em PET de corpo inteiro

Adaptado de: Adams D et al.

Recomendações de consenso de especialistas para melhorar o diagnóstico de ATTRv-PN em áreas endêmicas10

Polineuropatia
Polineuropatia progressiva sensorial dependente do comprimento
ou
Disfunção autonômica
Disfunção autonômica
(por exemplo, queixas gastrointestinais [diarreia crônica, constipação ou ambas], disfunção erétil, hipotensão postural)
Center Box
Histórico familiar de ATTRv
Histórico familiar de ATTRv
Perda de peso
Perda de peso inexplicável de ≥ 5 kg
Distúrbios do ritmo cardíaco
Distúrbios do ritmo cardíaco
Opacidades vítreas
Opacidades vítreas
Anormalidades renais
Anormalidades renais

Da suspeita à confirmação10

A confirmação do diagnóstico da amiloidose ATTRv-PN deve incluir teste de DNA e, em alguns casos, biópsia e tipagem amiloide.

Biópsia de deposição de amiloide

  • Possíveis locais de biópsia: glândula salivar labial, tecido adiposo subcutâneo da parede abdominal, pele, rim, nervo e trato gastrointestinal (incluindo submucosa)
  • Coloração vermelho-congo com birrefringência verde característica sob luz polarizada

Tipagem amiloide

  • Imuno-histoquímica ou espectrometria de massa

Sequenciamento de DNA

  • Análise da variante amiloidogênica TTR
  • Pode dar suporte ou descartar um diagnóstico de ATTRv

O papel da genética

A amiloidose ATTRv é uma doença autossômica dominante. Portanto,
os familiares do paciente também correm o risco de ter herdado
as mutações do gene TTR.11

O filho de um indivíduo afetado (que é heterozigoto para uma
variante TTR patogênica) tem 50% de chance de herdar a variante.11

Assim, o teste genético preditivo permite determinar se os familiares
são portadores das mutações TTR patogênicas e correm o risco de
desenvolver amiloidose ATTRv ou não.11

Icone de um boneco com pai e filho e uma seta mostrando que a hereditáriedade da doença pode ser de até 50%

Os portadores assintomáticos de mutação genética, maiores de 18 anos e que demonstrem interesse, podem receber aconselhamento genético de acompanhamento anual.

Nessa sessão de aconselhamento, deve ser examinado:

O grau de compreensão e
aceitação do significado de portar
uma mutação TTR patogênica.

Quaisquer problemas psicológicos identificados devem ser abordados e informações sobre as opções de tratamento mais recentes disponíveis devem ser fornecidas.11

Os portadores assintomáticos de mutação genética também devem realizar exames periódicos para detecção precoce da amiloidose, especialmente devido à possibilidade de antecipação genética. O monitoramento deve começar antes da idade de início da doença observada na família.11

O médico avaliará o caso de cada paciente individualmente, podendo incluir nas avaliações periódicas:11

Ícone 1

Entrevista médica

Ícone 2

Exame
físico

Ícone 3

Biópsia e/ou
eletroneuromiografia

Ícone 4

Exames de sangue, urina,
oftalmológico e cardíaco

Acompanhamento holístico do paciente

A natureza progressiva da ATTRv exige monitoramento pré e pós-início da doença. Como ela pode progredir lenta ou moderadamente, é essencial que médicos de diversas especialidades estejam atentos aos primeiros sinais e sintomas da doença.3

Corpo Humano com Sintomas
Exames Oftalmológicos
(a cada 6–12 meses)
  • Olho Seco: avaliação da produção lacrimal e conforto ocular.
  • Opacidades Vítreas: verifica a presença de "moscas volantes" ou outras perturbações visuais.
  • Glaucoma: rastreamento para aumento da pressão intraocular. 
Avaliações Renais
(a cada 6 meses)
  • TFGe: taxa de filtração glomerular estimada.
  • Proteinúria: verifica a presença de proteína na urina. 
Estado Nutricional
(a cada 6 meses)
  • mBMI: avaliação do Índice de Massa Corporal modificado.
Exames Físicos
(a cada 6–12 meses)
  • Visão Turva: avaliação da clareza visual. 
  • Função Cardíaca: avalia falta de ar e palpitações. 
  • Função Gastrointestinal: observa náuseas/vômitos, diarreia e perda de peso não intencional. 
  • Avaliação de Membros Inferiores: verifica anormalidades sensoriais, fraqueza muscular, temperatura e anormalidades na sensação de dor. 
  • Avaliação da Síndrome do Túnel do Carpo. 
Avaliações Cardíacas
(a cada 6–12 meses)
  • Ecocardiograma: espessura da parede ventricular.
  • ECG: monitora baixa voltagem e arritmia.
  • Biomarcadores: BNP/NT-proBNP.
  • Classe Funcional NYHA: avalia capacidade funcional.
Avaliações Neurológicas
(a cada 6–12 meses)
  • Estudo de Condução Nervosa: CMAP/SNAP.
Avaliações Autonômicas
(a cada 6 meses)
  • Hipotensão Ortostática: avalia as mudanças na pressão arterial ao ficar em pé. 
  • Distúrbio Urinário: avalia a função urinária. 
  • Disfunção Erétil: avaliação da saúde sexual. 
  • Sudorese Anormal: verifica a desregulação na sudorese. 
Instrumentos PRO
(a cada 6–12 meses)
  • Norfolk QoL-DN: qualidade de vida na neuropatia diabética. 
  • EQ-5D: um instrumento padronizado para medir resultados de saúde. 
  • COMPASS-31: escore composto de sintomas autonômicos. 
Boneco com Acompanhamento holístico do paciente
Exames Oftalmológicos
(a cada 6–12 meses)
  • Olho Seco: avaliação da produção lacrimal e conforto ocular.
  • Opacidades Vítreas: verifica a presença de "moscas volantes" ou outras perturbações visuais.
  • Glaucoma: rastreamento para aumento da pressão intraocular. 
Avaliações Renais
(a cada 6 meses)
  • TFGe: taxa de filtração glomerular estimada.
  • Proteinúria: verifica a presença de proteína na urina. 
Estado Nutricional
(a cada 6 meses)
  • mBMI: avaliação do Índice de Massa Corporal modificado.
Exames Físicos
(a cada 6–12 meses)
  • Visão Turva: avaliação da clareza visual. 
  • Função Cardíaca: avalia falta de ar e palpitações. 
  • Função Gastrointestinal: observa náuseas/vômitos, diarreia e perda de peso não intencional. 
  • Avaliação de Membros Inferiores: verifica anormalidades sensoriais, fraqueza muscular, temperatura e anormalidades na sensação de dor. 
  • Avaliação da Síndrome do Túnel do Carpo. 
Avaliações Cardíacas
(a cada 6–12 meses)
  • Ecocardiograma: espessura da parede ventricular.
  • ECG: monitora baixa voltagem e arritmia.
  • Biomarcadores: BNP/NT-proBNP.
  • Classe Funcional NYHA: avalia capacidade funcional.
Avaliações Neurológicas
(a cada 6–12 meses)
  • Estudo de Condução Nervosa: CMAP/SNAP.
Avaliações Autonômicas
(a cada 6 meses)
  • Hipotensão Ortostática: avalia as mudanças na pressão arterial ao ficar em pé. 
  • Distúrbio Urinário: avalia a função urinária. 
  • Disfunção Erétil: avaliação da saúde sexual. 
  • Sudorese Anormal: verifica a desregulação na sudorese. 
Instrumentos PRO
(a cada 6–12 meses)
  • Norfolk QoL-DN: qualidade de vida na neuropatia diabética. 
  • EQ-5D: um instrumento padronizado para medir resultados de saúde. 
  • COMPASS-31: escore composto de sintomas autonômicos. 

Adaptado de Ando Y et al.

Wainua #parattransformar

Conheça

Logo Wainua Eplontersena

Até recentemente, as opções terapêuticas para ATTRv eram limitadas e consistiam principalmente em transplante de fígado e estabilizadores de TTR. Porém, nos últimos anos, a doença tem estado no centro de grandes avanços terapêuticos, e o cenário do tratamento está mudando rapidamente, com terapias que visam aos diferentes estágios da doença, incluindo:14-16

Silenciadores TTR

Suprimir os níveis de proteína TTR em sua fonte de produção, silenciando o gene no fígado com ASO ou siRNA.

Estabilizadores TTR

Aumentam a estabilidade do tetrâmero na circulação de TTR, evitando assim a dissociação em monômeros que podem formar fibrilas amiloides.

WAINUATM (eplontersena) é um silenciador de nova geração que usa a tecnologia ASO (Oligonucleotídeo Antisense) para o tratamento da amiloidose ATTRv em pacientes adultos com polineuropatia em estágio 1 ou 2. Funciona direcionando e ligando-se ao RNAm TTR, levando à sua degradação e, consequentemente, reduzindo os níveis séricos de proteína TTR que podem se depositar nos tecidos.17-19

WAINUATM (eplontersena) foi avaliada em pacientes com ATTRv-PN no estudo principal de Fase 3 Neuro-TTRansform, que demonstrou redução significativa e sustentada na concentração de TTR em comparação com placebo.12,20

Gráfico Alteração % da LSM (SEM) a partir do período basal

Adaptado de Coelho T el al. JAMA, 2023 Oct 17;330(15); 1448-1458.

Além disso, WAINUATM (eplontersena) interrompeu a progressão do comprometimento da neuropatia e melhorou significativamente a qualidade de vida.12,20

Gráfico Alteração de LSM (EP) desde o início na pontuação composta mNIS+7 Gráfico Alteração de LSM (EP) desde o início na pontuação de Norfolk QV-ND

Adaptado de Conceição I et al. November 2–3, 2023; Madrid, Spain.

Simplicidade de uma dose mensal, subcutânea e autoadministrável.19
WAINUATM (eplontersena) é autoadministrável, proporcionando flexibilidade para pacientes e cuidadores.

Auto injetor Wainua de 45 mg/0.8 mL

Formulação:

solução parenteral estéril, sem conservantes, para administração subcutânea.

Apresentação:

autoaplicador de dose única de 0,8 mL para autoadministração.

Dose:

injeção mensal de 45 mg.

Características:

dose automatizada, agulha escondida da vista, escudo de segurança da agulha após a dosagem.

Acesse a bula de WainuaTM clicando aqui

Logo Wainua Eplontersena

interrompe a progressão da neuropatia
e melhora a qualidade de vida.12,13

ELA, esclerose lateral amiotrófica; PDIC, polineuropatia desmielinizante inflamatória crônica; TC, tomografia computadorizada; STC, síndrome do túnel do carpo; RM, ressonância magnética; ECN, estudo de condução nervosa; PET, tomografia por emissão de pósitrons; PNP, polineuropatia; NP, neuropatia periférica; SM, sensório-motor; SNAP, potencial de ação nervosa sensorial (do inglês Sensory Nerve Action Potential).

Referências bibliográficas:

  • Pinto MV, França MC Jr, Gonçalves MVM et al. Brazilian consensus for diagnosis, management and treatment of hereditary transthyretin amyloidosis with peripheral neuropathy: second edition. Arq Neuropsiquiatr. 2023 Mar;81(3):308-321.
  • Marques Júnior W, Costa MCM, Anna Paula Covaleski AP et al. ATTRv distribution in a continental multiracial country. XIX International Symposium on Amyloidosis Abstracts. Abstract 439. Disponível em: https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/13506129.2024.2347124. Acessado em 20 de maio de 2025.  
  • Ando Y, Waddington-Cruz M, Sekijima Y et al. Optimal practices for the management of hereditary transthyretin amyloidosis: real-world experience from Japan, Brazil, and Portugal. Orphanet J Rare Dis. 2023 Oct 12;18(1):323.
  • Nativi-Nicolau JN, Karam C, Khella S et al. Screening for ATTR amyloidosis in the clinic: overlapping disorders, misdiagnosis, and multiorgan awareness. Heart Fail Rev. 2022 May;27(3):785-793.
  • Conceição I, González-Duarte A, Obici L et al. "Red-flag" symptom clusters in transthyretin familial amyloid polyneuropathy. J Peripher Nerv Syst. 2016 Mar;21(1):5-9.
  • Garcia-Pavia P, Rapezzi C, Adler Y et al. Diagnosis and treatment of cardiac amyloidosis: a position statement of the ESC Working Group on Myocardial and Pericardial Diseases. Eur Heart J. 2021 Apr 21;42(16):1554-1568.
  • Benson MD, Dasgupta NR, Rao R. Diagnosis and Screening of Patients with Hereditary Transthyretin Amyloidosis (hATTR): Current Strategies and Guidelines. Ther Clin Risk Manag. 2020 Aug 14;16:749-758.
  • Coelho T, Maia LF, Martins da Silva A et al. Tafamidis for transthyretin familial amyloid polyneuropathy: a randomized, controlled trial. Neurology. 2012 Aug 21;79(8):785-92.
  • Hawkins PN, Ando Y, Dispenzeri A et al. Evolving landscape in the management of transthyretin amyloidosis. Ann Med. 2015;47(8):625-38.
  • Adams D, Ando Y, Beirão JM et al. Expert consensus recommendations to improve diagnosis of ATTR amyloidosis with polyneuropathy. J Neurol. 2021 Jun;268(6):2109-2122.
  • Ueda M, Sekijima Y, Koike H et al. Monitoring of asymptomatic family members at risk of hereditary transthyretin amyloidosis for early intervention with disease-modifying therapies. J Neurol Sci. 2020 Jul 15;414:116813.
  • Coelho T et al. Eplontersen for Hereditary Transthyretin Amyloidosis With Polyneuropathy. JAMA. 2023 Oct 17;330(15):1448-1458.
  • https://www.wainua.com/, acesso em 12.03.25.
  • Echaniz-Laguna A, Cauquil C, Labeyrie C, Adams D. Treating hereditary transthyretin amyloidosis: Present & future challenges. Rev Neurol (Paris). 2023 Jan-Feb;179(1-2):30-34.
  • Ando Y, Adams D, Benson MD et al. Guidelines and new directions in the therapy and monitoring of ATTRv amyloidosis. Amyloid. 2022 Sep;29(3):143-155.
  • Quarta CC, Fontana M, Damy T et al. Changing paradigm in the treatment of amyloidosis: From disease-modifying drugs to anti-fibril therapy. Front Cardiovasc Med. 2022 Dec 20;9:1073503.
  • Nie T. Eplontersen: First Approval. Drugs. 2024 Apr;84(4):473-478. Erratum in: Drugs. 2024 Apr;84(4):489.
  • Viney NJ, Guo S, Tai LJ et al. Ligand conjugated antisense oligonucleotide for the treatment of transthyretin amyloidosis: preclinical and phase 1 data. ESC Heart Fail. 2021 Feb;8(1):652-661.
  • Bula de eplontersena. AstraZeneca do Brasil Ltda.
  • Coelho T, Ando Y, Benson MD et al. Design and Rationale of the Global Phase 3 NEUROTTRansform Study of Antisense Oligonucleotide AKCEA-TTR-LRx (ION-682884-CS3) in Hereditary Transthyretin-Mediated Amyloid Polyneuropathy. Neurol Ther. 2021 Jun;10(1):375-389.